Vereador · Araraquara/SP · PTB
Carlos Eduardo Eizo Kawakame
Carlos Eduardo Eizo Kawakame declarou R$ 131.889,71 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Araraquara/SP) pelo PTB. Entre 2012 e 2016, o patrimônio declarado variou +102,4% (+R$ 66.719,37); descontada a inflação, +50,1%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2012 (R$ 65.170,34), o patrimônio precisaria chegar a R$ 87.896,76 em 2016, só acompanhando o IPCA (+34,9%). Foram declarados R$ 131.889,71: R$ 43.992,95 acima da inflação (+50,1% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 105 salários mínimos em 2012 (salário mínimo de R$ 622,00) para 150 salários mínimos em 2016 (salário mínimo de R$ 880,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2012 · Vereador · Não eleito
- 2016 · Vereador · —
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 | Vereador | Araraquara/SP | PTB | Não eleito | 11 | R$ 65.170,34 | R$ 142.805,64 | |
| 2016 | Vereador | Araraquara/SP | PTB | — | 19 | R$ 131.889,71 | R$ 214.280,89 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.