1º suplente senador · Alagoas · PMN
Fernando Juliano Gaia Duarte
Fernando Juliano Gaia Duarte declarou R$ 461.954,09 em bens à Justiça Eleitoral em 2010, quando concorreu a 1º suplente senador (Alagoas) pelo PMN. Entre 2006 e 2010, o patrimônio declarado variou +29,9% (+R$ 106.345,75); descontada a inflação, +7,7%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2006 (R$ 355.608,34), o patrimônio precisaria chegar a R$ 428.881,53 em 2010, só acompanhando o IPCA (+20,6%). Foram declarados R$ 461.954,09: R$ 33.072,56 acima da inflação (+7,7% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 1.016 salários mínimos em 2006 (salário mínimo de R$ 350,00) para 906 salários mínimos em 2010 (salário mínimo de R$ 510,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2006 · Deputado estadual · Suplente
- 2010 · 1º suplente senador · —
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2010
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2006 | Deputado estadual | AL | PMN | Suplente | 2 | R$ 355.608,34 | R$ 1.060.504,51 | |
| 2010 | 1º suplente senador | AL | PMN | — | 5 | R$ 461.954,09 | R$ 1.142.283,74 |
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.