Pular para o conteúdo
RadarPatrimonial Global

Deputado federal · São Paulo · UNIÃO

Adriano Eli Correa

Suplente em 2026 7 declarações · 2006–2026 Nº 4477 em 2026

Adriano Eli Correa declarou R$ 2.791.341,06 em bens à Justiça Eleitoral em 2026, quando concorreu a deputado federal (São Paulo) pelo UNIÃO (resultado: suplente). Entre 2006 e 2026, o patrimônio declarado variou +170,8% (+R$ 1.760.631,67); descontada a inflação, -8,4%.

WhatsApp X Facebook
Patrimônio declarado em 2026 R$ 2.791.341,06 11 bens declarados
Evolução 2006–2026 (nominal) +170,8% +R$ 1.760.631,67 · descontada a inflação: -8,4%
Candidatura mais recente Deputado federal Suplente · 2026 · São Paulo
Subsídio bruto mensal do cargo — Exibido apenas para candidatos eleitos na eleição mais recente.

Evolução do patrimônio declarado

Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).

  • Valor declarado
  • Corrigido pela inflação

O que foi declarado em 2026

Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.

  • Prédio comercial R$ 1.737.266,6262,2%
  • Apartamento R$ 351.854,6312,6%
  • Outras aplicações e Investimentos R$ 340.452,3512,2%
  • Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. R$ 302.295,4010,8%
  • Consórcio não contemplado R$ 56.975,492,0%
  • Outras participações societárias R$ 2.496,570,1%

Todas as candidaturas

AnoCargoAbrangênciaPartido ResultadoBensDeclarado Corrigido (IPCA)Observação
2006 Deputado estadual SP PFL Suplente 13 R$ 1.030.709,39 R$ 3.073.808,55
2010 Deputado federal SP DEM Eleito 10 R$ 963.395,77 R$ 2.382.209,29
2014 Deputado federal SP DEM Eleito por QP 17 R$ 2.319.495,08 R$ 4.497.896,00
2016 Prefeito Guarulhos/SP DEM Não eleito 15 R$ 2.866.784,32 R$ 4.657.657,40
2018 Deputado federal SP DEM Eleito por média 12 R$ 2.808.716,40 R$ 4.274.709,75
2022 Deputado federal SP UNIÃO Suplente 13 R$ 3.191.958,43 R$ 3.844.928,83
2026 Deputado federal SP UNIÃO Suplente 11 R$ 2.791.341,06 R$ 2.814.230,06

Compare com outros políticos

Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.