Vice-prefeito · Ipiaçu/MG · PROS
Sebastião Rodrigues de Souza
Sebastião Rodrigues de Souza declarou R$ 2.000,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2020, quando concorreu a vice-prefeito (Ipiaçu/MG) pelo PROS (resultado: não eleito). Entre 2012 e 2020, o patrimônio declarado variou +400,0% (+R$ 1.600,00); descontada a inflação, +227,8%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2012 (R$ 400,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 610,18 em 2020, só acompanhando o IPCA (+52,5%). Foram declarados R$ 2.000,00: R$ 1.389,82 acima da inflação (+227,8% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 0,6 salário mínimo em 2012 (salário mínimo de R$ 622,00) para 1,9 salário mínimo em 2020 (salário mínimo de R$ 1.045,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2012 · Vereador · Suplente
- 2020 · Vice-prefeito · Não eleito
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2020
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 | Vereador | Ipiaçu/MG | PT | Suplente | 1 | R$ 400,00 | R$ 876,51 | |
| 2020 | Vice-prefeito | Ipiaçu/MG | PROS | Não eleito | 1 | R$ 2.000,00 | R$ 2.872,93 |
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.