Vereador · Maringá/PR · PHS
Antonio Liu de Oliveira
Antonio Liu de Oliveira declarou R$ 300.811,03 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Maringá/PR) pelo PHS (resultado: suplente). Entre 2008 e 2016, o patrimônio declarado variou +88,0% (+R$ 140.811,03); descontada a inflação, +13,3%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA, INPC e IGP-M (Banco Central), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2008 (R$ 160.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 265.540,37 em 2016, só acompanhando o IPCA (+66,0%). Foram declarados R$ 300.811,03: R$ 35.270,66 acima da inflação (+13,3% em termos reais).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2008 · Vereador · Não eleito
- 2012 · Vereador · Suplente
- 2016 · Vereador · Suplente
Não foi eleito em nenhuma das 3 eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2008 | Vereador | Maringá/PR | PDT | Não eleito | 3 | R$ 160.000,00 | R$ 431.422,79 | |
| 2012 | Vereador | Maringá/PR | PTB | Suplente | 5 | R$ 242.321,50 | R$ 530.991,21 | |
| 2016 | Vereador | Maringá/PR | PHS | Suplente | 7 | R$ 300.811,03 | R$ 488.726,94 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.