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RadarPatrimonial Global

Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · MDB

Oswaldo Mochi Junior

Suplente em 2026 6 declarações · 2006–2026 Nº 15555 em 2026

Oswaldo Mochi Junior declarou R$ 4.887.970,17 em bens à Justiça Eleitoral em 2026, quando concorreu a deputado estadual (Mato Grosso do Sul) pelo MDB (resultado: suplente). Entre 2006 e 2026, o patrimônio declarado variou +2.423,4% (+R$ 4.694.260,84); descontada a inflação, +753,1%.

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Patrimônio declarado em 2026 R$ 4.887.970,17 41 bens declarados
Evolução 2006–2026 (nominal) +2.423,4% +R$ 4.694.260,84 · descontada a inflação: +753,1%
Candidatura mais recente Deputado estadual Suplente · 2026 · Mato Grosso do Sul
Subsídio bruto mensal do cargo — Exibido apenas para candidatos eleitos na eleição mais recente.

Evolução do patrimônio declarado

Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).

  • Valor declarado
  • Corrigido pela inflação

O que foi declarado em 2026

Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.

  • Outros créditos e poupança vinculados R$ 1.079.000,0022,1%
  • Apartamento R$ 1.057.510,5521,6%
  • Quotas ou quinhões de capital R$ 750.840,1715,4%
  • Depósito bancário em conta corrente no País R$ 749.997,7915,3%
  • Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. R$ 565.465,1611,6%
  • Terreno R$ 256.900,325,3%
  • Demais categorias (6) R$ 428.256,188,8%

Todas as candidaturas

AnoCargoAbrangênciaPartido ResultadoBensDeclarado Corrigido (IPCA)Observação
2006 Deputado estadual MS PMDB Eleito 6 R$ 193.709,33 R$ 577.685,04
2010 Deputado estadual MS PMDB Eleito 19 R$ 664.933,71 R$ 1.644.195,78
2014 Deputado estadual MS PMDB Eleito por QP 18 R$ 1.267.831,19 R$ 2.458.540,61
2018 Governador MS MDB Não eleito 15 R$ 1.453.722,57 R$ 2.212.484,70
2022 Deputado estadual MS MDB Eleito por QP 20 R$ 3.159.709,74 R$ 3.806.083,11
2026 Deputado estadual MS MDB Suplente 41 R$ 4.887.970,17 R$ 4.928.051,53

Compare com outros políticos

Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.