Vereador · Cordeirópolis/SP · PL
Marco Rogério Gomes da Silva
Marco Rogério Gomes da Silva declarou R$ 103.618,12 em bens à Justiça Eleitoral em 2020, quando concorreu a vereador (Cordeirópolis/SP) pelo PL (resultado: suplente). Entre 2012 e 2020, o patrimônio declarado variou +159,0% (+R$ 63.618,12); descontada a inflação, +69,8%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA, INPC e IGP-M (Banco Central), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2012 (R$ 40.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 61.018,36 em 2020, só acompanhando o IPCA (+52,5%). Foram declarados R$ 103.618,12: R$ 42.599,76 acima da inflação (+69,8% em termos reais).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2012 · Vereador · Não eleito
- 2016 · Vereador · Suplente
- 2020 · Vereador · Suplente
Não foi eleito em nenhuma das 3 eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2020
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 | Vereador | Cordeirópolis/SP | PDT | Não eleito | 7 | R$ 40.000,00 | R$ 87.650,70 | |
| 2016 | Vereador | Cordeirópolis/SP | PDT | Suplente | 7 | R$ 90.935,86 | R$ 147.743,27 | |
| 2020 | Vereador | Cordeirópolis/SP | PL | Suplente | 11 | R$ 103.618,12 | R$ 148.843,74 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.