Vereador · Curitiba/PR · PDT
Janai Rosa de Siqueira
Janai Rosa de Siqueira declarou R$ 112.000,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2008, quando concorreu a vereador (Curitiba/PR) pelo PDT. Entre 2006 e 2008, o patrimônio declarado variou +12,0% (+R$ 12.000,00); descontada a inflação, +1,3%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2006 (R$ 100.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 110.600,60 em 2008, só acompanhando o IPCA (+10,6%). Foram declarados R$ 112.000,00: R$ 1.399,40 acima da inflação (+1,3% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 286 salários mínimos em 2006 (salário mínimo de R$ 350,00) para 270 salários mínimos em 2008 (salário mínimo de R$ 415,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2006 · Deputado estadual · Suplente
- 2008 · Vereador · —
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2008
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2006 | Deputado estadual | PR | PDT | Suplente | 2 | R$ 100.000,00 | R$ 298.222,62 | |
| 2008 | Vereador | Curitiba/PR | PDT | — | 2 | R$ 112.000,00 | R$ 301.995,95 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.