Governador · Amapá · PSD
Antonio Paulo de Oliveira Furlan
Eleito em 2026 6 declarações · 2010–2026
Nº 55 em 2026
Antonio Paulo de Oliveira Furlan declarou R$ 1.168.464,77 em bens à Justiça Eleitoral em 2026, quando concorreu a governador (Amapá) pelo PSD e foi eleito. Entre 2010 e 2026, o patrimônio declarado variou +41,3% (+R$ 341.352,83); descontada a inflação, -42,4%.
Patrimônio declarado em 2026
R$ 1.168.464,77
6 bens declarados
Evolução 2010–2026 (nominal)
+41,3%
+R$ 341.352,83 · descontada a inflação: -42,4%
Candidatura mais recente
Governador
Eleito · 2026 · Amapá
Subsídio bruto mensal do cargo
—
definido por lei estadual; varia por estado (vigência fev/2025)
Atenção aos dados
- 2024: declaração ligada pelo título de eleitor (CPF ausente na fonte).
- Há mais de uma candidatura no mesmo ano; a série usa uma declaração por ano (as demais aparecem na tabela, sem somar).
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
O que foi declarado em 2026
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2010 | Deputado estadual | AP | PTB | Suplente | 12 | R$ 827.111,94 | R$ 2.045.217,35 | |
| 2010 | Deputado estadual | AP | PTB | — | 12 | R$ 827.111,94 | R$ 2.045.217,35 | outra candidatura no mesmo ano (não somada) |
| 2014 | Deputado estadual | AP | PTB | Eleito por QP | 4 | R$ 1.120.000,00 | R$ 2.171.870,75 | |
| 2018 | Deputado estadual | AP | PTB | Eleito por QP | 17 | R$ 3.321.427,43 | R$ 5.055.027,35 | |
| 2020 | Prefeito | Macapá/AP | CIDADANIA | Eleito | 15 | R$ 2.305.027,62 | R$ 3.311.090,01 | |
| 2024 | Prefeito | Macapá/AP | MDB | Eleito | 7 | R$ 1.262.464,77 | R$ 1.394.633,68 | titulo |
| 2026 | Governador | AP | PSD | Eleito | 6 | R$ 1.168.464,77 | R$ 1.178.046,18 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.