Vereador · Pedro Leopoldo/MG · PSC
Marcos Geraldo da Silva
Marcos Geraldo da Silva declarou R$ 500.000,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Pedro Leopoldo/MG) pelo PSC (resultado: não eleito). Entre 2008 e 2016, o patrimônio declarado variou +426,3% (+R$ 405.000,00); descontada a inflação, +217,1%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA, INPC e IGP-M (Banco Central), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2008 (R$ 95.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 157.664,60 em 2016, só acompanhando o IPCA (+66,0%). Foram declarados R$ 500.000,00: R$ 342.335,40 acima da inflação (+217,1% em termos reais).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2008 · Vereador · Suplente
- 2012 · Vereador · Suplente
- 2016 · Vereador · Não eleito
Não foi eleito em nenhuma das 3 eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2008 | Vereador | Pedro Leopoldo/MG | PTB | Suplente | 3 | R$ 95.000,00 | R$ 256.157,28 | |
| 2012 | Vereador | Pedro Leopoldo/MG | PSDC | Suplente | 3 | R$ 290.000,00 | R$ 635.467,55 | |
| 2016 | Vereador | Pedro Leopoldo/MG | PSC | Não eleito | 1 | R$ 500.000,00 | R$ 812.348,77 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.