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RadarPatrimonial Global

Vereador · Cocalzinho de Goiás/GO · PHS

Imidio Alves Peixoto

Suplente em 2016 1 declaração · 2016

Imidio Alves Peixoto declarou R$ 95.050,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Cocalzinho de Goiás/GO) pelo PHS (resultado: suplente). É a única declaração de bens dessa pessoa na base, por isso não há evolução a comparar.

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Patrimônio declarado em 2016 R$ 95.050,00 4 bens declarados
Evolução patrimonial Só 1 declaração Não há outra eleição para comparar.
Candidatura mais recente Vereador Suplente · 2016 · Cocalzinho de Goiás/GO
Subsídio bruto mensal do cargo — Exibido apenas para candidatos eleitos na eleição mais recente.

Evolução do patrimônio declarado

Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).

  • Valor declarado
  • Corrigido pela inflação

Inflação e poder de compra

O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.

Em valores de set/2026, os R$ 95.050,00 declarados em 2016 equivalem a R$ 154.427,50 pelo IPCA (+62,5% de inflação no período).

Em 2016, o valor correspondia a 108 salários mínimos (salário mínimo de R$ 880,00 em ago/2016); com o salário mínimo de set/2026 (R$ 1.621,00), a mesma quantidade de salários seria R$ 175.086,42.

Refazer a conta na calculadora de inflação · Com uma só declaração não há evolução para comparar.

O que foi declarado em 2016

Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.

  • Casa R$ 70.000,0073,6%
  • Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. R$ 14.000,0014,7%
  • Dinheiro em espécie - moeda nacional R$ 11.050,0011,6%

Todas as candidaturas

AnoCargoAbrangênciaPartido ResultadoBensDeclarado Corrigido (IPCA)Observação
2016 Vereador Cocalzinho de Goiás/GO PHS Suplente 4 R$ 95.050,00 R$ 154.427,50

Compare com outros políticos

Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.