Vereador · Taió/SC · PSD
Laudemir Régis da Silva
Laudemir Régis da Silva declarou R$ 134.361,10 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Taió/SC) pelo PSD. Entre 2008 e 2016, o patrimônio declarado variou -28,9% (R$ -54.638,90); descontada a inflação, -57,2%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2008 (R$ 189.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 313.669,57 em 2016, só acompanhando o IPCA (+66,0%). Foram declarados R$ 134.361,10: R$ 179.308,47 abaixo da inflação (−57,2% em termos reais), uma perda de poder de compra.
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 455 salários mínimos em 2008 (salário mínimo de R$ 415,00) para 153 salários mínimos em 2016 (salário mínimo de R$ 880,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2008 · Vereador · Suplente
- 2016 · Vereador · —
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2008 | Vereador | Taió/SC | DEM | Suplente | 3 | R$ 189.000,00 | R$ 509.618,17 | |
| 2016 | Vereador | Taió/SC | PSD | — | 6 | R$ 134.361,10 | R$ 218.296,15 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.