Vereador · Paranaguá/PR · PSL
Gilmar Mendes de Freitas
Gilmar Mendes de Freitas declarou R$ 200.000,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2012, quando concorreu a vereador (Paranaguá/PR) pelo PSL. Entre 2010 e 2012, o patrimônio declarado variou +2.122,2% (+R$ 191.000,00); descontada a inflação, +1.869,3%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2010 (R$ 9.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 10.155,99 em 2012, só acompanhando o IPCA (+12,8%). Foram declarados R$ 200.000,00: R$ 189.844,01 acima da inflação (+1.869,3% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 17,6 salários mínimos em 2010 (salário mínimo de R$ 510,00) para 322 salários mínimos em 2012 (salário mínimo de R$ 622,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2010 · Deputado estadual · —
- 2012 · Vereador · —
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2012
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2010 | Deputado estadual | PR | PSL | — | 1 | R$ 9.000,00 | R$ 22.254,49 | |
| 2012 | Vereador | Paranaguá/PR | PSL | — | 1 | R$ 200.000,00 | R$ 438.253,48 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.