Prefeito · Brejinho de Nazaré/TO · PMN
Mauro Ramalho da Silva
Mauro Ramalho da Silva declarou R$ 60.000,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a prefeito (Brejinho de Nazaré/TO) pelo PMN (resultado: não eleito). Entre 2008 e 2016, o patrimônio declarado variou -47,5% (R$ -54.311,11); descontada a inflação, -68,4%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA, INPC e IGP-M (Banco Central), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2008 (R$ 114.311,11), o patrimônio precisaria chegar a R$ 189.713,84 em 2016, só acompanhando o IPCA (+66,0%). Foram declarados R$ 60.000,00: R$ 129.713,84 abaixo da inflação (−68,4% em termos reais), uma perda de poder de compra.
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2008 · Vereador · Suplente
- 2016 · Prefeito · Não eleito
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2008 | Vereador | Brejinho de Nazaré/TO | PSDB | Suplente | 9 | R$ 114.311,11 | R$ 308.227,61 | |
| 2016 | Prefeito | Brejinho de Nazaré/TO | PMN | Não eleito | 5 | R$ 60.000,00 | R$ 97.481,85 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.