Vereador · Juramento/MG · PMDB
Celestino Moreira Oliveira
Celestino Moreira Oliveira declarou R$ 418.500,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Juramento/MG) pelo PMDB. Entre 2012 e 2016, o patrimônio declarado variou +44,3% (+R$ 128.500,00); descontada a inflação, +7,0%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2012 (R$ 290.000,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 391.129,76 em 2016, só acompanhando o IPCA (+34,9%). Foram declarados R$ 418.500,00: R$ 27.370,24 acima da inflação (+7,0% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 466 salários mínimos em 2012 (salário mínimo de R$ 622,00) para 476 salários mínimos em 2016 (salário mínimo de R$ 880,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2012 · Vereador · Suplente
- 2016 · Vereador · —
Não foi eleito em nenhuma das duas eleições do período.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 | Vereador | Juramento/MG | PHS | Suplente | 4 | R$ 290.000,00 | R$ 635.467,55 | |
| 2016 | Vereador | Juramento/MG | PMDB | — | 4 | R$ 418.500,00 | R$ 679.935,92 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.